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Por Evaristo de Miranda

Os símbolos natalinos foram construídos ao longo de dois mil anos de tradição cristã em sociedades agrárias, no mundo rural. Do campo chegaram às cidades. Hoje mobilizam olfato, visão, paladar, audição, tato e o coração de crianças e adultos. Misturam culturas, tradições e materiais locais. É um Agronatal, tamanha a contribuição da agricultura aos festejos natalinos.

Entre os primeiros símbolos natalinos do campo estão as *árvores de Natal*. São pinheiros e tuias, produzidos aos milhares por viveiristas, em vários tamanhos e formatos, para atender o desejo e as possibilidades do bolso do consumidor. Os pinheiros, sempre verdes, mesmo nos países temperados, simbolizam a esperança e a vida. Sua forma triangular evoca a Trindade.

Os símbolos natalinos vieram de regiões temperadas: pinheiros, Papai Noel agasalhado, lareiras e até neve de algodão. A América Latina exportou um símbolo para Europa: a *flor do Natal*, poinsétia ou estrela-do-natal. Originária do México, ela foi “criada” por franciscanos, mestres em novidades natalinas. O presépio foi inventado pelo próprio São Francisco. É a planta mais vendida para enfeitar shoppings, lojas e residências. Na Cooperativa Veiling Holambra são negociados mais de 2 milhões de vasos.

Além da decoração, o agro fornece a base dos pratos típicos da ceia. Familiares dispersos e distantes se reúnem no Ntal. São consumidas *proteínas nobres*: peru, chester, tender, pernil, outras carnes e cortes. Frigoríficos têm unidades dedicadas só à produção dessas carnes natalinas.

No Natal chega o verão e a colheita de *frutas tropicais e subtropicais*. Cresce o consumo de pêssegos, uvas, morangos, nectarinas, goiabas, mangas, ameixas, maçãs, *nozes* (pecã, macadâmia, castanha do Pará, caju, baru...) e *frutas cristalizadas*. Frescas ou secas, as frutas agregam cor e sabor às ceias, inclusive em farofas, bolos e nos mais de 150 milhões de *panetones*. Haja farinha, ovos, açúcar, frutas cristalizadas e cacau!

O agro brasileiro associa seus produtos à beleza e à fartura natalinas nas casas, empresas e comércios. E ajuda com símbolos e sinais a *preparar os corações, como manjedouras, para acolher a chegada do Menino Deus.*

Jurídico, Gestão, Inovação e Tecnologia são os quatro pilares de consultoria e assessoria no Agronegócio da Foraster Agrointeligência.

Contato@foraster.com.br

Foraster.com.br

FELIZ AGRONATAL

Por Evaristo de Miranda

Os símbolos natalinos foram construídos ao longo de dois mil anos de tradição cristã em sociedades agrárias, no mundo rural. Do campo chegaram às cidades. Hoje mobilizam olfato, visão, paladar, audição, tato e o coração de crianças e adultos. Misturam culturas, tradições e materiais locais. É um Agronatal, tamanha a contribuição da agricultura aos festejos natalinos.

Entre os primeiros símbolos natalinos do campo estão as *árvores de Natal*. São pinheiros e tuias, produzidos aos milhares por viveiristas, em vários tamanhos e formatos, para atender o desejo e as possibilidades do bolso do consumidor. Os pinheiros, sempre verdes, mesmo nos países temperados, simbolizam a esperança e a vida. Sua forma triangular evoca a Trindade.

Os símbolos natalinos vieram de regiões temperadas: pinheiros, Papai Noel agasalhado, lareiras e até neve de algodão. A América Latina exportou um símbolo para Europa: a *flor do Natal*, poinsétia ou estrela-do-natal. Originária do México, ela foi “criada” por franciscanos, mestres em novidades natalinas. O presépio foi inventado pelo próprio São Francisco. É a planta mais vendida para enfeitar shoppings, lojas e residências. Na Cooperativa Veiling Holambra são negociados mais de 2 milhões de vasos.

Além da decoração, o agro fornece a base dos pratos típicos da ceia. Familiares dispersos e distantes se reúnem no Ntal. São consumidas *proteínas nobres*: peru, chester, tender, pernil, outras carnes e cortes. Frigoríficos têm unidades dedicadas só à produção dessas carnes natalinas.

No Natal chega o verão e a colheita de *frutas tropicais e subtropicais*. Cresce o consumo de pêssegos, uvas, morangos, nectarinas, goiabas, mangas, ameixas, maçãs, *nozes* (pecã, macadâmia, castanha do Pará, caju, baru...) e *frutas cristalizadas*. Frescas ou secas, as frutas agregam cor e sabor às ceias, inclusive em farofas, bolos e nos mais de 150 milhões de *panetones*. Haja farinha, ovos, açúcar, frutas cristalizadas e cacau!

O agro brasileiro associa seus produtos à beleza e à fartura natalinas nas casas, empresas e comércios. E ajuda com símbolos e sinais a *preparar os corações, como manjedouras, para acolher a chegada do Menino Deus.*

Jurídico, Gestão, Inovação e Tecnologia são os quatro pilares de consultoria e assessoria no Agronegócio da Foraster Agrointeligência.

Contato@foraster.com.br

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